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Campinas, São Paulo, Brazil
Psicólogo Clínico Junguiano com formação pela Unicamp, terapia corporal Reichiana, Hipnoterapeuta com formação em Hipnose Ericksoniana com Stephen Gilligan.E outras formações com Ericksonianos: Ernest Rossi, Teresa Robles, Betty Alice Erickson. Formação em Constelação Familiar Sistémica pelo Instituto de Filosofia Prática da Alemanha. Uma rica e inovadora terapia divulgada em toda Europa. Professor de Hipnoterapia, além de ministrar cursos de Auto-conhecimento como Eneagrama da Personalidade e Workshop de Constelação Familiar Sistémica em todo o Brasil. Clínica em Campinas-SP. Rua Pilar do Sul, 173 Chácara da Barra. Campinas-SP F.(19) 32950381

Uma relação de ajuda

Como é bela, intensa e libertadora é a experiência de se aprender a ajudar o outro. É impossível descrever-se a necessidade imensa que têm as pessoas de serem realmente ouvidas, levadas a sério, compreendidas.
A psicologia de nossos dias nos tem, cada vez mais, chamado a atenção para esse aspecto. Bem no cerne de toda psicoterapia permanece esse tipo de relacionamento em que alguém pode falar tudo a seu próprio respeito, como uma criança fala tudo "a sua mãe.
Ninguém pode se desenvolver livremente nesse mundo, sem encontrar uma vida plena, pelo menos...
Aquele que se quiser perceber com clareza deve se abrir a um confidente, escolhido livremente e merecedor de tal confiança.
Ouça todas a conversas desse mundo, tanto entre nações quanto entre casais. São, na maior parte, diálogos entre surdos.
Paul Tournier.

sábado, 24 de outubro de 2015

Transtorno Orgástico Feminino

Transtorno Orgástico Feminino (anterior Orgasmo Feminino Inibido).
A característica essencial do Transtorno Orgástico Feminino, pelo DSM.IV, é um atraso ou ausência persistente ou recorrente de orgasmo, após uma fase normal de excitação sexual. De modo geral, as mulheres apresentam uma ampla variação no tipo e/ou na intensidade da estimulação que leva ao orgasmo. O diagnóstico de Transtorno Orgástico Feminino deve fundamentar-se no fato de que, nesse transtorno, a capacidade orgástica da mulher é menor do que se poderia esperar para sua idade, experiência sexual e adequação da estimulação sexual que recebe.

Para esse diagnóstico exige-se também que a perturbação esteja causando acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal. A Disfunção Orgástica é a queixa sexual feminina mais comum e pode ser mais freqüente nos primeiros anos de atividade sexual (ou do casamento).

A capacidade de ter orgasmos na mulher parece aumentar com a experiência sexual e aí se incluem as mulheres mais maduras. Aqui também os fatores psicológicos implicados são extremamente variáveis. Estes, vão desde os medos da perda de controle, medo de frustrar as expectativas do parceiro, falta de boa comunicação com o parceiro, depressão emocional, complexos íntimos e conflitos pessoais.

O orgasmo, também chamado de clímax, é a sensação de gratificação marcado por sentimento de repentino e intenso prazer que segue à um estado fisiológico de excitação sexual, é também seguido por um relaxamento das tensões sexuais e dos músculos do corpo.

Freud afirmava que as mulheres teriam dois tipos de orgasmo, o clitoriano, importante para o desenvolvimento sexual e, se exclusivo, poderia significar imaturidade, e orgasmo vaginal, uma decorrência do primeiro e muito característico de maturidade sexual. Inúmeros pesquisadores mais recentes evidenciaram que o orgasmo clitoriano é muito mais freqüente, surgindo tanto por manipulação quanto por penetração e que, sendo de boa qualidade, ou seja, satisfatório, não evidencia nem imaturidade, nem quaisquer outros eventuais problemas.

Já o orgasmo vaginal, menos freqüente, depende de fatores ligados ao desenvolvimento psico-sexual da mulher e da qualidade do relacionamento afetivo em questão. Talvez seja por isso que Freud julgava-o característico da maturidade sexual, menos impulsivo e mais sublime. Este tipo de orgasmo, por ser mais afetivo e menos anatômico, nem todas as mulheres podem ter, e as que têm, nem sempre o têm sempre. Pesquisadoras que já experimentaram os dois tipos de orgasmo consideram o tipo vaginal muito mais gratificante.

Apesar do orgasmo normalmente durar apenas alguns segundos, na maioria das vezes não mais de dez, depois disso a estimulação continuada pode produzir mais orgasmos adicionais na mulher. Portanto, elas são fisicamente capazes de ter orgasmos repetidos, sem a necessidade do tradicional período de recuperação necessário aos homens. Nestes, após um orgasmo não há mais resposta à estimulação sexual e não se consegue alcançar outra fase de excitação antes de decorrido um certo período de tempo.

Tendo em vista o fato da capacidade orgástica em mulheres aumentar com a idade, o Transtorno Orgástico Feminino costuma ser mais prevalente em mulheres mais jovens. A maioria dos sexólogos afirmam a necessidade de algumas mulheres "aprenderem" a ter orgasmo e, uma vez aprendido a atingir o orgasmo, tal como andar de bicicleta, uma mulher raramente perderá esta capacidade.

Está claro que os componentes emocionais do cotidiano, a qualidade de relacionamento com o parceiro, o histórico sexual, as frustrações e revezes afetivos influem na capacidade orgástica. Portanto, a menos que haja a interferência de uma fraca comunicação sexual, conflitos no relacionamento, uma experiência traumática (por ex., estupro), um Transtorno do Humor ou uma condição médica geral, há grande probabilidade da mulher comum e anorgasmática vir a ter orgasmos com o passar do tempo. Quando a disfunção orgástica ocorre apenas em certas situações, uma dificuldade com o desejo sexual ou com a excitação sexual freqüentemente estão presentes, além do transtorno orgástico. Muitas mulheres aumentam sua capacidade orgástica, à medida que experimentam uma maior variedade de estimulação e adquirem maior conhecimento sobre seus próprios corpos.

Caso você se identifique com esses sintomas, procure ajuda de um profissional de saúde.
Para tratamento de Transtorno Orgástico Feminino ou Ausência de Orgasmo em Campinas, utilizo Psicoterapia corporal Reichiana, Hipnose e Regressão.


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